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Câncer Colorretal

Rastreamento, diagnóstico precoce e acompanhamento especializado

Sobre a condição

O câncer colorretal é o segundo tipo mais incidente no Brasil, segundo estimativas do INCA para 2026–2028. A boa notícia: quando detectado precocemente, a sobrevida em 5 anos pode superar 90%, de acordo com dados internacionais (SEER/ACS). O rastreamento regular com colonoscopia é a ferramenta mais eficaz para diagnóstico precoce.

Como tratamos

O câncer colorretal se desenvolve a partir de pólipos (lesões benignas) que, ao longo de anos, podem se transformar em malignos. Identificar e remover esses pólipos antes da transformação é a essência da prevenção. Quando já diagnosticado, o tratamento envolve cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia conforme o estadiamento.

  • Colonoscopia de rastreamento e polipectomia preventiva
  • Cirurgia colorretal minimamente invasiva (laparoscópica)
  • Ressecção do tumor com margens adequadas
  • Coordenação com oncologia e radioterapia
  • Acompanhamento pós-cirúrgico e de vigilância
  • Orientação genética para casos hereditários

Quando buscar atendimento?

Inicie o rastreamento aos 45 anos (ou antes se houver histórico familiar). Procure avaliação imediatamente se apresentar sangramento retal, mudança no hábito intestinal por mais de 3 semanas, perda de peso ou fadiga inexplicada.

Perguntas frequentes

Tenho histórico familiar. Qual é meu risco?

Ter um familiar de primeiro grau com câncer colorretal duplica o risco. O rastreamento deve começar mais cedo — aos 40 anos ou 10 anos antes do diagnóstico do familiar. É importante fazer avaliação genética em alguns casos.

O câncer colorretal tem bom prognóstico?

Quando diagnosticado precocemente, sim. Na doença localizada, estudos internacionais estimam sobrevida em 5 anos superior a 90%. Quanto antes identificado, maiores as possibilidades de tratamento com melhor resposta.

A cirurgia exige bolsa de colostomia?

Não necessariamente. Com as técnicas modernas, a maioria dos pacientes não precisa de colostomia definitiva. A necessidade depende da localização e extensão do tumor.

Referências: Instituto Nacional de Câncer (INCA) — Estimativa 2026–2028; American Cancer Society / programa SEER (National Cancer Institute, EUA); diretrizes internacionais de rastreamento (USPSTF/ACS).

Conteúdo de caráter informativo e educacional. Não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado. Em caso de sintomas, procure avaliação médica. Dra. Fernanda Garrat — CRM-RJ 52.120556-0 · RQE 37260 · 47215.

Sinais de alerta

  • Sangue nas fezes (vermelho vivo ou escuro)
  • Mudança persistente no hábito intestinal (constipação, diarreia ou alternância)
  • Fezes muito finas (em fita)
  • Sensação de evacuação incompleta
  • Dor ou cólica abdominal frequente
  • Perda de peso sem causa aparente
  • Fraqueza, cansaço ou anemia

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