Câncer Colorretal
Rastreamento, diagnóstico precoce e acompanhamento especializado
Sobre a condição
O câncer colorretal é o terceiro tipo mais comum no Brasil. A boa notícia: quando detectado precocemente, tem taxa de cura superior a 90%. O rastreamento regular com colonoscopia é a arma mais eficaz para salvar vidas.
Como tratamos
O câncer colorretal se desenvolve a partir de pólipos (lesões benignas) que, ao longo de anos, podem se transformar em malignos. Identificar e remover esses pólipos antes da transformação é a essência da prevenção. Quando já diagnosticado, o tratamento envolve cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia conforme o estadiamento.
- Colonoscopia de rastreamento e polipectomia preventiva
- Cirurgia colorretal minimamente invasiva (laparoscópica)
- Ressecção do tumor com margens adequadas
- Coordenação com oncologia e radioterapia
- Acompanhamento pós-cirúrgico e de vigilância
- Orientação genética para casos hereditários
Quando buscar atendimento?
Inicie o rastreamento aos 45 anos (ou antes se houver histórico familiar). Procure avaliação imediatamente se apresentar sangramento retal, mudança no hábito intestinal por mais de 3 semanas, perda de peso ou fadiga inexplicada.
Perguntas frequentes
Tenho histórico familiar. Qual é meu risco?
Ter um familiar de primeiro grau com câncer colorretal duplica o risco. O rastreamento deve começar mais cedo — aos 40 anos ou 10 anos antes do diagnóstico do familiar. É importante fazer avaliação genética em alguns casos.
É possível se curar do câncer colorretal?
Sim, especialmente quando diagnosticado cedo. No estágio I, a sobrevida em 5 anos é superior a 90%. Quanto antes detectado, maiores as chances de cura.
A cirurgia exige bolsa de colostomia?
Não necessariamente. Com as técnicas modernas, a maioria dos pacientes não precisa de colostomia definitiva. A necessidade depende da localização e extensão do tumor.
Sinais de alerta
- Sangue nas fezes (vermelho vivo ou escuro)
- Mudança persistente no hábito intestinal (constipação, diarreia ou alternância)
- Fezes muito finas (em fita)
- Sensação de evacuação incompleta
- Dor ou cólica abdominal frequente
- Perda de peso sem causa aparente
- Fraqueza, cansaço ou anemia
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