Constipação Intestinal
Avaliação completa das causas e tratamento personalizado para sua qualidade de vida
Sobre a condição
Estima-se que a constipação crônica afete até 20% da população — e vai muito além de 'intestino preso'. Pode ter causas funcionais, mecânicas ou disfuncionais do assoalho pélvico — e cada causa exige uma abordagem específica.
Como tratamos
O diagnóstico adequado da constipação começa com uma avaliação detalhada: há quanto tempo, quais sintomas associados, o que já foi tentado. Exames específicos podem ser necessários para identificar a causa e direcionar o tratamento correto.
- Avaliação do trânsito colônico (manometria, defecografia se necessário)
- Orientação dietética e de hábitos intestinais
- Tratamento medicamentoso individualizado
- Fisioterapia pélvica para dissinérgicos (anismus)
- Biofeedback anorretal
- Cirurgia para casos específicos (megacólon, estenoses)
Quando buscar atendimento?
Busque avaliação se a constipação persistir por mais de 3 meses, se houver sangue nas fezes, perda de peso, ou se os laxantes de uso livre não resolverem. Constipação pode ser sinal de condições tratáveis ou que precisam de investigação.
Perguntas frequentes
Constipação pode ser sinal de algo grave?
Em alguns casos, sim. Constipação de início recente em adultos acima de 45 anos merece investigação para descartar câncer colorretal ou outras causas orgânicas.
Posso usar laxantes por muito tempo?
O uso crônico de laxantes estimulantes pode causar dependência intestinal. A avaliação médica ajuda a encontrar a causa e tratar de forma mais eficaz e segura.
Dieta resolve a constipação?
Para muitos casos funcionais, aumento de fibras e hidratação resolvem. Mas em casos de disfunção do assoalho pélvico ou trânsito lento, outras intervenções são necessárias.
Conteúdo de caráter informativo e educacional. Não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado. Em caso de sintomas, procure avaliação médica. Dra. Fernanda Garrat — CRM-RJ 52.120556-0 · RQE 37260 · 47215.
Sinais de alerta
- Evacuações menos de 3 vezes por semana
- Esforço excessivo para evacuar
- Fezes muito duras ou ressecadas
- Sensação de evacuação incompleta
- Necessidade de manobras manuais para evacuar
- Bloqueio ou obstrução ao tentar evacuar
- Uso crônico de laxantes sem melhora
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