Coloproctologia Feminina
Cuidado integrado para a saúde colorretal e assoalho pélvico da mulher
Sobre a condição
A coloproctologia feminina é uma subespecialidade dedicada às condições que afetam especificamente as mulheres — muitas relacionadas ao assoalho pélvico e disfunções que impactam profundamente a qualidade de vida. A Dra. Fernanda tem dedicação especial a essa área.
Como tratamos
Muitas mulheres convivem por anos com incontinência fecal, prolapso retal ou dificuldade para evacuar sem buscar ajuda — por vergonha ou por não saber que há tratamento. O atendimento especializado, em ambiente acolhedor e sem julgamentos, é o primeiro passo para recuperar a qualidade de vida.
- Avaliação funcional completa do assoalho pélvico
- Fisioterapia pélvica (orientação e encaminhamento)
- Tratamento cirúrgico do prolapso retal — retopexia
- Reparo de retocele e fístulas retovaginais
- Esfincteroplastia para incontinência fecal
- Acompanhamento multidisciplinar com ginecologia e uroginecologia
Quando buscar atendimento?
Se você convive com perda de fezes, gases, prolapso ou dificuldade para evacuar, procure avaliação especializada. Esses problemas têm solução — e falar sobre eles é o primeiro passo.
Perguntas frequentes
Incontinência fecal tem cura?
Em muitos casos, sim. O tratamento varia desde fisioterapia pélvica até cirurgia — dependendo da causa e grau de comprometimento. A maioria dos pacientes obtém melhora significativa.
Prolapso retal pode ser tratado sem cirurgia?
Prolapsos pequenos podem responder a tratamento conservador. Prolapsos mais avançados geralmente necessitam de cirurgia para correção definitiva, com excelentes resultados.
Posso ter prolapso retal e genital ao mesmo tempo?
Sim, é comum. Nesses casos, o tratamento integrado com ginecologia pode ser necessário. A avaliação multidisciplinar define a melhor abordagem.
Sinais de alerta
- Incontinência fecal (perda involuntária de fezes ou gases)
- Prolapso retal (tecido que sai pelo ânus)
- Retocele (abaulamento da parede retal para a vagina)
- Dificuldade para evacuar — necessidade de pressão perineal
- Dor pélvica crônica
- Fístula retovaginal
- Constipação crônica associada a disfunção do assoalho pélvico
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